Phenomenal atom category Graceli.
The atom is not a unique and universal structure, but is also formed by energies, phenomena, structures, and dimensions of Graceli.
Where in each layer and structure there are individualized phenomena and energies, with variations according to isotopes, types, energy levels, ion and charge interactions, electrostatic potentials, tunnels, particulate emissions, waves and energies, and others, and according to agents and categories of Graceli.
That is, the atom of a metal differs greatly from a crystal, a transuranic, an isotope, phase change moment of isotopes and states phases.
That is, if it has atoms with more variables than just layers k, L, M, and some quantum leaps.
Where the very layers and quantum leaps, and excited states are also produced by [Graceli solitons], phenomena, energies, dimensions of Graceli, and according to the categories and agents of Graceli.
That is, the mercury atom can not be the same as hydrogen, and vice versa, and in relation to other atoms.
That is, it is not only the molecule that determines the chemical elements, and the atoms, but also phenomena, potential transformations, interactions, electrostatics, decays, wave and particle emissions, energies, entropies and entanglements, and others.
The same happens in electrons, protons, and neutrons.
Forming a trans-intermechanical and dynamic categorical effects, phenomenal and indeterminate.
Átomo fenomênico categorial Graceli.
O átomo não é uma estrutura única e universal, mas também é formada por
energias, fenômenos, estruturas, e dimensões de Graceli.
Onde em cada camada e estrutura se tem fenômenos e energias
individualizadas, com variações conforme os isótopos, tipos, níveis de
energias, interações de íons e cargas, potenciais eletrostáticos, tunelamentos,
emissões de partículas, ondas e energias, e outros, e conforme agentes e categorias de Graceli.
Ou seja, o átomo de um metal difere em muito de um cristal, de um
transurânico, de um isótopos, de momento de mudança de fase de isótopos e fases
de estados.
Ou seja, se tem átomos com mais variáveis do que apenas camadas k, L, M,
e alguns saltos quântico.
Onde as próprias camadas e saltos quântico, e estados excitados também
são produzidos por [sólitons Graceli], fenômenos, energias, dimensões de
Graceli, e conforme as categorias e agentes de Graceli.
Ou seja, o átomo do mercúrio não pode ser o mesmo do hidrogênio, e
vice-versa, e em relação à outros átomos.
Ou seja, não é apenas a molécula que determina os elementos químico, e
os átomos, mas também fenômenos, potenciais de transformações, de interações,
eletrostáticos, de decaimentos, de emissões de ondas e partículas, de energias,
de entropias e emaranhamentos, e outros.
O mesmo acontece nos elétrons, prótons, e nêutrons.
Formando uma trans-intermecânica e com efeitos categoriais dinâmicos, fenomênico
e indeterminado.
Em verbete desta série, vimos que o físico dinamarquês Niels Henrik David Bohr (1885-1962; PNF, 1922), em 1913, propôs o modelo atômico segundo o qual o átomo é constituído pelo núcleo Rutherfordiano, envolvido por elétrons girando em órbitas circulares, com energias quantizadas, dadas [em elétrons-volts (eV)] por:
, com
Ainda segundo esse modelo, a diferença entre dois desses níveis de energia era dada pelo quantum de energia Planckiano:
. Desse modo, um elétron poderia ir de um nível de energia mais baixo para um mais alto (excitação), recebendo esse quantum de energia, ou devolver esse mesmo quantum quando voltasse do estado mais alto para o mais baixo (desexcitação). Esses níveis de energia receberam a denominação de camadas (``shells’’):
,
,
, ... , com as respectivas energias:
,
,
, ... . Registre-se que essa notação foi introduzida pelo físico inglês Sir Charles Glover Barkla (1877-1944; PNF, 1917), em 1911 (vide verbete nesta série). Por outro lado, um átomo pode ser ionizado (perder um elétron) ao receber um quantum de luz de energia
maior que a energia de ligação desse elétron em uma dada camada. Este é, em geral, denominado efeito fotoelétrico (vide verbete nesta série), um caso particular quando o elétron é arrancado das camadas mais externas do átomo. Contudo, pode também haver esse efeito para camadas mais internas do átomo, quando este é espalhado com raios-X (vide verbete nesta série). Desse modo, fala-se nos fotoelétrons
... ionizados, respectivamente, das camadas
... . A ionização referida acima é acompanhada, também, da emissão de raios-X. Esse processo, conhecido como fluorescência de raios-X, em analogia com a fluorescência óptica, é traduzido pelo rendimento de fluorescência
, cujo valor é calculado por:
, onde
e
representam, respectivamente, o número de quanta-X emitidos e o número de fotoelétrons. Diversos métodos para medir esse rendimento têm sido utilizados, sendo um deles a câmara de Wilson